Pela primeira vez, o real, a vida, o humano, o mundo e o conhecimento são descritos a partir de um único princípio: a forma como condição de aparição e de inteligibilidade, como regime vital, linguístico, ficcional, racional e científico e não como essência, estrutura metafísica, ou categoria transcendental.
Reconstruindo a arquitetura do real que conduz, inevitavelmente, à compreensão e à denúncia dos erros, e à dissolução dos equívocos, que moldaram a tradição filosófica, esta obra mostra que a metafísica nasceu de uma confusão estrutural que tomou a forma da aparição pela forma do ser, e revela que o conhecimento é ficção operatória, articulada pela linguagem e estabilizada pela ciência.
A proposta é radical: repensar o real sem metafísica, o humano sem dualismo e o conhecimento sem representação.
A Teoria Geral das Formas propõe três pilares de renovação do pensamento estabilizado:
A Forma Vital - o real aparece pela vida, não pela mente; a aparição é condição biológica, não representação.
A Forma Reflexiva - o humano desdobra o vivido em linguagem, ficção e racionalidade; o pensamento não duplica o mundo, cria mundos possíveis.
A Forma Total - o mundo não é substância nem essência, mas articulação de formas em operação; a totalidade não é absoluto, é horizonte formal.
Sobre estes pilares, a obra denuncia os erros da metafísica - substância, essência, objeto, identidade, ser - e inaugura um NOVO PARADIGMA: o conhecimento como forma, a verdade como coerência, a ciência como articulação, a filosofia como descrição da forma.
A Teoria Geral das Formas é uma proposta radical para repensar o real sem metafísica, repensar o humano sem dualismo, repensar o conhecimento sem representação. É uma obra que não fecha, muito pelo contrário, abre o pensamento, em vez de encerrar o mundo, torna-o inteligível e não repete a tradição, reconstrói-a.
É uma nova arquitetura da realidade e do conhecimento.
Carlos Ricardo Soares
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